setembro 29, 2009

caro vincent

as pessoas, acho, só entendem até onde lhes é possível... cada qual tem seu tempo. repare como as nuvens tem um tempo... e assim os pássaros, as árvores. tudo tem um tempo próprio. acontece mais ou menos assim com as pessoas. nem todos vêem o que a gente vê. nem a gente vê coisas que muitos vêem. Como disse Hermann Hesse, "todos temos origens comuns: as mães; todos proviemos do mesmo abismo, mas cada um - resultado de uma tentativa ou de um impulso inicial - tende ao seu próprio fim. Assim é que podemos entender-nos uns aos outros, mas somente a si mesmo pode cada um interpretar-se."

& dessas coisas que dão voltas... o mundo, a energia, os olhares... a gente sente, a gente vibra. sinto que a memória que dá saudade é como uma vontade de viver novamente aquela sensação de bem estar. Sendo novamente... algo de novo sempre há de vir para alegrar nossos corações e esquentar a alma.

penso que é preciso ser, mais do que estar, SIM à vida!

amor amor,

Théo

setembro 19, 2009

setembro 16, 2009

yinyang

nos teus olhos de dentro, nos teus olhos virtuais, voamos juntos

compreendo que o amor se transforma, tudo estando em movimento o que nos resta é dançar, sente? miro árvores em quintal, quando o vento vem levando folhas, flores, sementes... galhos secos, depende muito do tempo, sol, chuva, terra... e a gente a rodopiar nesse estremecimento que é viver. ou se espreita ou se perplexa... ou apenas sorri ante o vôo fugaz dos cílios * (alusão a raduan nassar, meu favorito)

sorrindo na dor, sorrindo no amor, sorrindo vamos pra algum instante cada vez melhor

juntos sorrimos de tudo. estamos.

canta




que eu te amo e te escuto e me pinto, me declaro, me entrego...
devendra