julho 20, 2009
estranho
sabe quando ás vezes a gente parece que vive uma outra realidade, como se você... não fosse seu?!
julho 17, 2009
I wanna make you fly
I wanna make you fly
I wanna make you fly
I wanna make you fly
I wanna make you fly
I wanna make you fly
I wanna make you fly
I wanna make you fly
I wanna make you fly
I wanna make you fly
I wanna make you fly
I wanna make you fly
I wanna make you fly
I wanna make you fly
I wanna make you fly
I wanna make you fly
I wanna make you fly
I wanna make you fly
I wanna make you fly
I wanna make you fly
I wanna make you fly
I wanna make you fly
I wanna make you fly
I wanna make you fly
I wanna make you fly
I wanna make you fly
I wanna make you fly
I wanna make you fly
I wanna make you fly
I wanna make you fly
I wanna make you fly
I wanna make you fly
julho 12, 2009
sertão
ave maria, pelas barbas do profeta ou em nome de todos os santos e anjos que o homem deu de inventar! A vida no interior está tomando conta do meu ser. eu me mudei pra tão longe que ontem sonhei que jardinava com vizinhos desconhecidos e dois filhotes de avestruz. que significa isso? talvez eu esteja precisando encarar as ruas com a minha bike e passar mais tempo perto dos meus amigos da cidade. passei tanto tempo da minha vida querendo me isolar no mato que acabei conseguindo. pra gente ver como o pensamento é uma coisa poderosa. pelo menos já consegui realizar um dos meus sonhos, na verdade não tenho do que reclamar, durmo sereno e acordo com o canto dos passarinhos ainda mais do que antigamente, por que aqui, realmente, não se ouve o barulho de carro algum. minha rua é de areia e a rua seguinte, de pedras... com uma azeitoneira no meio. agora eu sou uma moça do interior que quer se mudar pra cidade grande. rá!
julho 10, 2009
julho 03, 2009
julho 02, 2009
poisé, agora.
males da modernidade: o homem que um dia foi caçador viril hoje debruça sua coluna em frente ao computador.
benefícios da modernidade: o homem aprendeu a ser delicado e gentil (sem deixar de - no meio do processo - inventar as armas no desejo pela soberania. no final todo mundo morre sem ter a menor idéia no que vai dar).
resultado: nem só de balas que sobrevivem as armas. espera-se, com alvoroço, que os ignorantes que as constróem, no entanto, desencarnem todos juntos em outras paragens... e que a tecnologia seja usada estritamente em favor do bem, obrigada, que eu quero ver onde vai dar.
antes eu acreditava em nós como espíritos individuais, ainda estudo no centro espírita vinha de luz. afinal, Kardec disse pra sempre optarmos pela ciência, caso ela o prove ao contrário, então, eu que quero descobrir o mistério do mundo, lá estou fuçando livros, talvez a procura de falhas. Mas hoje já acho que, quando a gente morre, vira outra coisa de outra dimensão que não tem necessáriamente nada a ver com o que conhecemos com estes nossos olhos que-serão-comida-pras-plantas. Acho que o espírito é um só. esse negócio de "eu" fica só por aqui mesmo e se vai quando o sujeito é enterrado a sete palmos ou tem suas cinzas jogadas ao vento... no mar. tudo isso num grande teatro pelo bem, coisa de dualidade. oras bem e mal não se desfazem, são uma coisa só, pelomenosaqui e assim é com o claro e o escuro, e... e esse papo de dois já me cansou. o que vem além é aquilo que me interessa e parece tão inatingível agora enquanto toda a minha virilidade humana se desdobra em palavras, cansando o meu viver.
outrora eu gostaria de me isolar. hoje quero estar próxima de quem tenta mover o mundo seja lá em que direção for. uma coisa é certa, que seja rumo a um equilíbrio planetário, pois se tem uma coisa que eu aprendi com tanta religião no mundo foi que toda busca por deus é na verdade uma busca humana de re integração com a natureza (acho estranho as coisas sem hífen, mas, nunca liguei muito às regras gramaticais, para o horror do meu pai, linguísta de um flawless português)
já nem sei se esse texto fará sentido, e que importa, são só letras, palavras, desabafos que podem se transformar em onomatopéias dançantes tais quais abruelhindas mortráces. continuo acreditando na natureza como meio indescutível de se atingir qualquer verdade. quero estudar seus reinos sem fim.
benefícios da modernidade: o homem aprendeu a ser delicado e gentil (sem deixar de - no meio do processo - inventar as armas no desejo pela soberania. no final todo mundo morre sem ter a menor idéia no que vai dar).
resultado: nem só de balas que sobrevivem as armas. espera-se, com alvoroço, que os ignorantes que as constróem, no entanto, desencarnem todos juntos em outras paragens... e que a tecnologia seja usada estritamente em favor do bem, obrigada, que eu quero ver onde vai dar.
antes eu acreditava em nós como espíritos individuais, ainda estudo no centro espírita vinha de luz. afinal, Kardec disse pra sempre optarmos pela ciência, caso ela o prove ao contrário, então, eu que quero descobrir o mistério do mundo, lá estou fuçando livros, talvez a procura de falhas. Mas hoje já acho que, quando a gente morre, vira outra coisa de outra dimensão que não tem necessáriamente nada a ver com o que conhecemos com estes nossos olhos que-serão-comida-pras-plantas. Acho que o espírito é um só. esse negócio de "eu" fica só por aqui mesmo e se vai quando o sujeito é enterrado a sete palmos ou tem suas cinzas jogadas ao vento... no mar. tudo isso num grande teatro pelo bem, coisa de dualidade. oras bem e mal não se desfazem, são uma coisa só, pelomenosaqui e assim é com o claro e o escuro, e... e esse papo de dois já me cansou. o que vem além é aquilo que me interessa e parece tão inatingível agora enquanto toda a minha virilidade humana se desdobra em palavras, cansando o meu viver.
outrora eu gostaria de me isolar. hoje quero estar próxima de quem tenta mover o mundo seja lá em que direção for. uma coisa é certa, que seja rumo a um equilíbrio planetário, pois se tem uma coisa que eu aprendi com tanta religião no mundo foi que toda busca por deus é na verdade uma busca humana de re integração com a natureza (acho estranho as coisas sem hífen, mas, nunca liguei muito às regras gramaticais, para o horror do meu pai, linguísta de um flawless português)
já nem sei se esse texto fará sentido, e que importa, são só letras, palavras, desabafos que podem se transformar em onomatopéias dançantes tais quais abruelhindas mortráces. continuo acreditando na natureza como meio indescutível de se atingir qualquer verdade. quero estudar seus reinos sem fim.
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